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BRASIL, Sudeste, VITORIA, Mulher, de 26 a 35 anos, Cinema e vídeo, Livros, bater pernas na rua
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outsiders
Três coisas que eu amo, uma que odeio

Eu adoro listas, sou fanática por elas. Resolvi, então, iniciar as minhas. Começo pela primeira de uma série que a princípio terá um nome que tomarei de empréstimo do Angeli, meu cartunista favorito
Da série três coisas que eu adoro 
- Eu adoro acordar em uma manhã ensolarada de sexta-feira
- Eu adoro não trabalhar sexta-feira à noite
- Eu adoro bater pernas por cafés e livrarias em uma sexta-feira à tarde
.... uma que eu odeio 
- Eu odeio gente chata que não sabe a hora de parar de conversar.
Escrito por Vanessa às 07h27
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Referendo é o ******

Eu ainda não me decidi sobre um monte de coisas na minha vida. E isso não é segredo para quem me conhece. Aqui listo mais uma. Não sei como vou votar neste tal referendo do Estatuto do Desarmamento. Sinceramente, o Estado/Governo/PT/Lula/sei-lá-mais-o-quê tinha tanta coisa pra pedir pra gente decidir e vem logo com uma dessa?? Poderíamos, por exemplo, fazer um referendo sobre o goleiro da seleção brasileira. Eu adoro as pernas do Júlio Cesar, mas sinceramente acho que em termos de "pegada" ele não é assim lá essas coisas, até porque casou com a Suzana Werner né? Mas deixa pra lá. Outra coisa: pelo pouco tempo em que trabalhei nas editorias de Polícia dos dois jornais desse Estado, concluí que os crimes passionais nunca deixarão de existir - até porque a vítima está sempre perto -, tampouco os crimes cometidos em bar, porque estes sempre são realizados por armas que não são compradas em lojas. Então....ficamos assim, indignados, confusos, indecisos e, ainda, com a obrigação de votar no próximo dia 23. Odeio falar isso, mas Charles De Gaulle estava certíssimo quando disse que "o Brasil não é um país sério".
Escrito por Vanessa às 23h21
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o que você faria se só lhe restasse esse dia?
Se você anda ouvindo muito o Paulinho Moska cantar (...) meu amor o que você faria se só lhe restasse esse dia ? (...) fica aí uma dica: Vá à Carolina. Um lugar lindo, com pessoas simples e interessantes (até mesmo por isso), comida boa, noites tranqüilas, enfim.... “o” lugar que eu, em 34 anos de vida e morada no Espírito Santo, nunca tinha conhecido. Então voilà....Carolina é uma pequena vila perto de Mathilde (essa sim, famosa). Lá você vai encontrar cachoeiras lindas, praias de água doce, trilhas sensacionais...enfim, a aventura é garantida. Nessa (merecida) viagem conheci três (ou seriam quatro ?) cachoeiras dignas de registro. Iracema, Iraceminha, Véu de Noiva (por que toda cachoeira tem esse nome?). As duas primeiras, embora lembrem continuidade por causa de seus nomes são completamente diferentes. A primeira é impetuosa, de água fria, ambiente lindo e hostil. A segunda tem uma queda de assustar, mas também nos oferece uma praia deserta, de água morna, areia de cascalho branco e pedras que convidam para o repouso. Ali a impressão que se tem é que todos os dias são claros e as noites, inspiradas. A última, embora seja impossível tomar banho nela (a não ser que você de fato queira que seja o seu último dia), não pode deixar de ser visitada. Na “Véu de Noiva” você vai ter nada mais, nada menos, do que 70 metros de águas em queda livre e um barulho ensurdecedor. Nela, comprovei que, de fato para se viver deve-se correr riscos. Consegui chegar atrás de sua queda, em uma pequena gruta. Sinceramente, não estava acreditando que aquele espetáculo todo estava à minha frente e que, para tocá-lo bastaria estender a mão. Mas tudo isso ainda não é suficiente para quem quer de fato conhecer o lugar. Resta ainda um túnel, que fica embaixo da linha do trem, com seus 67 degraus irregulares (alguns com mais de meio metro) por onde passa uma corredeira. Ou seja, segure firme na pedra para descer e reze para não cair. Mas no final dele, todo o esforço terá valido à pena. Pode acreditar. No fim, há uma piscina de água natural onde você pode descansar de todo o trajeto e se reanimar para a volta. Isso, a volta...porque não há como voltar a não ser pelos 67 degraus acima. Mas...apesar de todos os meus gritos, meus medos, agonias e chiliques, se eu tivesse que fazer tudo outra vez, faria. Afinal....e se só me restasse aquele dia? PS: A foto é do Sérgio Cardoso, meu companheiro de aventuras e trilhas. Ou seria o contrário Se você anda ouvindo muito o Paulinho Moska cantar (...) meu amor o que você faria se só lhe restasse esse dia ? (...) fica aí uma dica: Vá à Carolina. Um lugar lindo, com pessoas simples e interessantes (até mesmo por isso), comida boa, noites tranqüilas, enfim.... “o” lugar que eu, em 34 anos de vida e morada no Espírito Santo, nunca tinha conhecido. Então voilà....Carolina é uma pequena vila perto de Mathilde (essa sim, famosa). Lá você vai encontrar cachoeiras lindas, praias de água doce, trilhas sensacionais...enfim, a aventura é garantida. Nessa (merecida) viagem conheci três (ou seriam quatro ?) cachoeiras dignas de registro. Iracema, Iraceminha, Véu de Noiva (por que toda cachoeira tem esse nome?). As duas primeiras, embora lembrem continuidade por causa de seus nomes são completamente diferentes. A primeira é impetuosa, de água fria, ambiente lindo e hostil. A segunda tem uma queda de assustar, mas também nos oferece uma praia deserta, de água morna, areia de cascalho branco e pedras que convidam para o repouso. Ali a impressão que se tem é que todos os dias são claros e as noites, inspiradas. A última, embora seja impossível tomar banho nela (a não ser que você de fato queira que seja o seu último dia), não pode deixar de ser visitada. Na “Véu de Noiva” você vai ter nada mais, nada menos, do que 70 metros de águas em queda livre e um barulho ensurdecedor. Nela, comprovei que, de fato para se viver deve-se correr riscos. Consegui chegar atrás de sua queda, em uma pequena gruta. Sinceramente, não estava acreditando que aquele espetáculo todo estava à minha frente e que, para tocá-lo bastaria estender a mão. Mas tudo isso ainda não é suficiente para quem quer de fato conhecer o lugar. Resta ainda um túnel, que fica embaixo da linha do trem, com seus 67 degraus irregulares (alguns com mais de meio metro) por onde passa uma corredeira. Ou seja, segure firme na pedra para descer e reze para não cair. Mas no final dele, todo o esforço terá valido à pena. Pode acreditar. No fim, há uma piscina de água natural onde você pode descansar de todo o trajeto e se reanimar para a volta. Isso, a volta...porque não há como voltar a não ser pelos 67 degraus acima. Mas...apesar de todos os meus gritos, meus medos, agonias e chiliques, se eu tivesse que fazer tudo outra vez, faria. Afinal....e se só me restasse aquele dia
PS: A foto é do Sérgio Cardoso, meu companheiro de aventuras e trilhas. Ou seria o contrário?
Escrito por Vanessa às 08h59
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Escrito por Vanessa às 08h48
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